UFOLOGIA - O que há de estranho no céu?

Há algo de errado em nosso passado longínquo que dista de nós, milhares e milhares de anos.

Há algo de errado em nossa Arqueologia! Por que estamos encontrando acumuladores elétricos que datam de muitos, milhares de anos?

Por que achamos números com quinze casas e nenhum computador os colocou ali?

Mas por que aqueles homens primitivos tiveram a capacidade de criar tantas coisas inacreditáveis?

A ânsia pela paz, a procura da imortalidade, a saudade das estrelas; tudo isso fervilha na consciência humana e procura desde tempos imemoráveis, irresistivelmente, tornar-se realidade.

É natural essa aspiração profunda implantada no ser humano?

São realmente só desejos humanos ou esconde-se atrás daqueles anseios de realização, daquela saudade das estrelas algo bem diferente?

Não parece certo que a formação da inteligência humana tenha sido o resultado de um interminável desenvolvimento, pois esse processo se realizou muito repentinamente. Provavelmente nossos antepassados receberam sua inteligência de seres superiores, os quais deviam dispor de conhecimentos que possibilitaram esse processo em um curto prazo.

Desde os tempos pré-históricos, o homem já era fascinado pela ideia de se elevar do solo terrestre para o ar.

Que diríamos a respeito do mapa de Piri Reis? Teria o seu cartógrafo executado o mapa durante um voo? Apenas comparemos a foto da Terra tirada pela Apolo 8.

O homem continuou buscando, aprendendo, se desenvolvendo. Criando e executando coisas que, se hoje não são impossíveis, nos garantem, pelo menos, uma dificuldade extrema.

A planície de Nazca, por exemplo, seria um campo de pouso para objetos voadores? Ou seria simples símbolo de significado religioso?

No interior do templo Maia em Palenque, o que se chamou de "o Astronauta Maia". Seria realmente um astronauta?

Na Porta do Sol, em Tiahuanaco, dez toneladas em um só bloco. A lenda menciona uma espaçonave dourada que veio das estrelas.

Na Bolívia, estradas de alvenaria para um povo que não usava rodas.

E os achados vão se amontoando e deparamos com monumentos à nossa frente. O homem, na idade da pedra, conhecendo o espaço. Elevando templos e monumentos, lavrando toneladas de rochas com equipamentos primitivos.

Assim, só podemos perguntar: quando e de que maneira tornaram-se inteligentes nossos antepassados?

Ceticismo, medo e espanto cercam o assunto. Para uns, uma nova religião. Para outros, fantasia. E a verdade?

A prova irrefutável de contato com seres do espaço sideral torna agora impossível não acreditar em discos voadores.

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Os discos voadores têm sido vistos por milhões de pessoas em todo o mundo e nos últimos anos houve milhares de casos de aterrissagens comprovadas. Muitos deles aparecem sobre bases militares e de mísseis e há notícias do aparecimento de misteriosos homens de preto que parecem ter constrangido famosos pesquisadores de discos voadores, bem como milhares de pessoas que nada sabiam sobre esses objetos, mas que apenas viram alguma coisa que não lhes dizia respeito.

Em 1947, um aviador americano, observou um estranho fenômeno no céu. Um enorme objeto em forma de disco girava como um pião e refletia a luz do sol. Da história relatada surgiu, pela primeira vez, o termo disco voador.

Surgiram mais relatos do gênero. Livros que contavam histórias de contatos com seres extraterrestres. Viagens em naves estranhas, pessoas que afirmam ter visto objetos e juram ter encontrado espaçonautas.

Por trás de uma nova barreira de sigilo, a Força Aérea dos Estados Unidos está empenhada num jogo perigoso que inclui ataque aos UFOs.

Apesar das negativas da Força Aérea, os OVNIs continuam agindo em nossos céus.

Durante o ano de 1972, os encontros aumentaram de repente. O CDA - Comando de Defesa Aeroespacial fez rapidamente vôos de interceptação. Através de ordens rigorosas, os pilotos foram proibidos de divulgarem aquelas perseguições e o seu verdadeiro objetivo.

Em Washington, uma frota de OVNIs sobrevoa a cidade. Na Bahia, Brasil, eles saem das águas.

Em 1962, Carpinter fotografou, da Mercury VII, um objeto voador não identificado. A foto foi posteriormente liberada pela NASA.

 Em 1965, Gordon Cooper faz comentários sobre seu misterioso encontro e é censurado pela NASA.

A Gemini V fotografou OVNIs sobrevoando o Himalaia.

A avalanche de aparições começa a tomar conta de nosso diminuto planeta e algumas imagens já não têm o porquê de serem confidenciais.

A França reconhece oficialmente os Discos Voadores. Na Bélgica, eles aparecem fazendo evoluções. No Texas, em agosto de 1951, Call Hurt tirou fotos de OVNIs circulares.

Na Venezuela, um OVNI foi avistado sobre a represa de Guaricho.

Na Gávea, Rio de Janeiro, o fotógrafo Ed Keffel fez uma seqüência de cinco fotos com nitidez espantosa.

 

Enfim, as máquinas sobrevoando o nosso céu. Talvez, estejamos próximos de uma grande reviravolta da qual poderemos ser protagonistas. As máquinas voadoras estão em nosso meio. E lá em cima, um objeto voador paira silenciosamente.

CETICISMO, MEDO E ESPANTO CERCAM O ASSUNTO UFOLOGIA

07/08/2013 15:39

Ceticismo, medo e espanto cercam o assunto. Para uns, uma nova religião. Para outros, fantasia. E a verdade?

A prova irrefutável de contato com seres do espaço sideral torna agora impossível não acreditar em discos voadores.

Os discos voadores têm sido vistos por milhões de pessoas em todo o mundo e nos últimos anos houve milhares de casos de aterrissagens comprovadas. Muitos deles aparecem sobre bases militares e de mísseis e há notícias do aparecimento de misteriosos homens de preto que parecem ter constrangido famosos pesquisadores de discos voadores, bem como milhares de pessoas que nada sabiam sobre esses objetos, mas que apenas viram alguma coisa que não lhes dizia respeito.

Em 1947, um aviador americano, observou um estranho fenômeno no céu. Um enorme objeto em forma de disco girava como um pião e refletia a luz do sol. Da história relatada surgiu, pela primeira vez, o termo disco voador.

Surgiram mais relatos do gênero. Livros que contavam histórias de contatos com seres extraterrestres. Viagens em naves estranhas, pessoas que afirmam ter visto objetos e juram ter encontrado espaçonautas.

Por trás de uma nova barreira de sigilo, a Força Aérea dos Estados Unidos está empenhada num jogo perigoso que inclui ataque aos UFOs.

Apesar das negativas da Força Aérea, os OVNIs continuam agindo em nossos céus.

Durante o ano de 1972, os encontros aumentaram de repente. O CDA - Comando de Defesa Aeroespacial fez rapidamente vôos de interceptação. Através de ordens rigorosas, os pilotos foram proibidos de divulgarem aquelas perseguições e o seu verdadeiro objetivo.

Em Washington, uma frota de OVNIs sobrevoa a cidade. Na Bahia, Brasil, eles saem das águas.

Em 1962, Carpinter fotografou, da Mercury VII, um objeto voador não identificado. A foto foi posteriormente liberada pela NASA.

 Em 1965, Gordon Cooper faz comentários sobre seu misterioso encontro e é censurado pela NASA.

A Gemini V fotografou OVNIs sobrevoando o Himalaia.

A avalanche de aparições começa a tomar conta de nosso diminuto planeta e algumas imagens já não têm o porquê de serem confidenciais.

A França reconhece oficialmente os Discos Voadores. Na Bélgica, eles aparecem fazendo evoluções. No Texas, em agosto de 1951, Call Hurt tirou fotos de OVNIs circulares.

Na Venezuela, um OVNI foi avistado sobre a represa de Guaricho.

Na Gávea, Rio de Janeiro, o fotógrafo Ed Keffel fez uma seqüência de cinco fotos com nitidez espantosa.

Enfim, as máquinas sobrevoando o nosso céu. Talvez, estejamos próximos de uma grande reviravolta da qual poderemos ser protagonistas. As máquinas voadoras estão em nosso meio. E lá em cima, um objeto voador paira silenciosamente.

ENCONTROS ENTRE HUMANOS E EXTRATERRESTRES

23/05/2014 10:49

Tal como as observações de OVNIs, as narrações de encontros entre os humanos e os extraterrestres são inumeráveis, constituindo um dos maiores temas da literatura ufológica.

Humanoides, homenzinhos verdes ou marcianos, aparecem aqui e ali, segundo vários testemunhos. Colhem amostras do nosso planeta, deixam mensagens, ameaçam uns, curam outros ou simplesmente conversam durante instantes com os terrestres antes de partirem para o espaço infinito em seus discos voadores.

Que crédito dar a essas descrições? Serão, como afirmam os homens de ciência, simples alucinações? Ou, ao contrário, como pensam vários ufólogos, fenômenos reais?

Mesmo não existindo nenhuma prova material desses encontros, o certo é que algumas narrações são bastante perturbadoras.

Entre o conjunto dos numerosos testemunhos provenientes do mundo inteiro sobre casos de aterrissagens de OVNIs, um certo número dentre eles, relata a presença de ocupantes.

Em um mínimo de 35% dos casos, as aterrissagens de OVNIs com presença de ocupantes, se manifestam em locais isolados sendo que em 30% dos casos, deixam vestígios.

Os seres observados podem se classificar em diferentes tipos muito variados.

Alguns possuem uma morfologia semelhante à nossa, medindo de 0,90 a 1,35m com uma grande cabeça. A testa alta poderia revelar um desenvolvimento intelectual avançado. Os olhos são comumente grandes e encarquilhados o que permite uma visão global, e indica uma sensibilidade anormal à luz. Várias vezes a atenção das testemunhas foi alertada para o seu estranho olhar.

A cor dos olhos varia do negro ou azul marinho até o amarelo ou vermelho vivo.

De uma para outra observação, as orelhas se revelam praticamente inexistentes.

O nariz pode também ser semelhante a um nariz humano ou então serem descritos como simples fendas.

 A boca se assemelha ou a uma fenda com lábios ou a um orifício estriado.

Os maxilares são normalmente pouco evidentes e tendem para um queixo pontiagudo.

Quanto aos braços, são geralmente longos e magros com mãos semelhantes às nossas com ombros largos e um pescoço espesso ou inexistente.

Quanto ao traje, geralmente essa categoria de ocupante de UFO, é vista com um tipo de vestimenta metalizada, sem costura, por vezes como um escafandro.

Outro tipo catalogado mede de 1,20 a 1,80m. Seu aspecto físico é bem semelhante ao terrestre. Descreve-se normalmente o seu rosto como se fosse inteiramente de forma humana.

Alguns relatórios davam conta que a pigmentação da pele era azulada ou esverdeada.

Seu traje é composto de uma única peça e as horas mais frequentes de observação são durante o dia.

Uma terceira categoria praticamente não apareceu mais, depois da grande vaga de 1950.

Esse tipo de ocupante possui uma grande cabeça em forma de abóbora. Tem um aspecto geralmente nu e peludo. Os olhos são de cor laranja ou amarela, com formidáveis garras terminando os seus longos braços desproporcionais.

Em geral, esses seres são bípedes e em certos casos, também quadrúpedes. Medem entre 0,60 e 2,10m. Seu comportamento revela que foram treinados para fazerem levantamentos de amostras biológicas ou geológicas.

Tudo o quanto não figura nos grupos precedentes, se encontra nesta quarta categoria, que comporta toda a espécie de extravagância.

Em geral, não há nenhum humanoide, mas, sobretudo, formas ameboides e brilhantes.

Esse tipo em particular, é bastante raro em comparação às outras categorias.

Investigações registraram mais de cem aparições de ocupantes de OVNIs apenas no ano de 1954 e daí para cá, as narrativas foram se tornando cada vez mais frequentes.

Algumas narrativas vão ainda mais longe. Alguns, tipicamente humanos, centenas deles, talvez milhares, já estariam vivendo entre nós há muito tempo.

A questão da proveniência desses visitantes e consequentemente dos OVNIs fica em aberto.

Há realmente uma visita de seres extraterrestres ou apenas uma psicose mundial?

EXOBIOLOGIA - UFOLOGIA

27/06/2014 14:14

 

É necessário termos a cabeça bem fria para não nos deixarmos dominar pela vertigem que nos arrasta aos confins do desconhecido. Mas é preciso também sabermos utilizar a imaginação, porque chega o momento em que as ideias estabelecidas, as representações tradicionais, não servem senão para entravar a marcha para frente. É o que acontece nos dias de hoje.

Se há vida além, no universo, é coisa que ninguém pode se gabar de a ter comprovado. Contudo, a Astronomia, a Matemática e a Biologia, juntas, não deixam lugar para dúvidas. O que se sabe é que o universo é composto de galáxias ou conjuntos de estrelas. A nossa galáxia - Via Láctea - contém cem milhões de estrelas. Uma delas é o Sol. Pergunta-se: todas as estrelas têm planetas? O sistema Solar é o único?

Duas teorias existem: uma acidental, e poderíamos acrescentar narcisista. Uma outra estrela teria se aproximado do Sol e lhe teria arrancado pedaços de matéria, que teriam se transformado em planetas. O Sistema Solar seria assim o resultado de um acidente bastante rápido e nós também. Mas essa teoria já não se mantém em pé. Os materiais ejetados pelo Sol estariam em tal estado de incandescência que teriam escapado à sua atração.

Segundo a outra teoria, "natural", o Sol e os planetas, ao contrário, teriam se formado à mesma época, a partir de uma nebulosa de gás. Nesse caso, não teria havido para conosco regime de favor; tal fenômeno teria se repetido por toda a parte, havendo, portanto, grande número de planetas. Os telescópios mais possantes não nos permitem vê-los, ou ao menos percebê-los, tão fraco o clarão deles em contraste com a intensa fulguração das estrelas. Sabe-se que, entre as estrelas mais próximas, dezesseis pelo menos, estão "acompanhadas". E cinco delas, com certeza, por planetas.

Apresenta-se em seguida um problema de estatística: quais são as condições suficientes e necessárias para que a vida seja possível num planeta? Em primeiro lugar, uma distância razoável de seu sol, capaz de assegurar-lhe uma temperatura estável e temperada, bem como água, atmosfera e uma idade de, pelo menos, 3 bilhões de anos. Sebastian Von Hoerner, do observatório de Green Bank (Estados Unidos), declarou num congresso internacional de astronáutica, realizado em 1972, em Viena: "é, certamente, impossível dizer com exatidão quantos planetas são habitáveis em nossa galáxia. Mas, uma vez feitos todos os cálculos, podemos dizer que a proporção existente é de cerca de 1%, ou seja, um bilhão de planetas.

Apresenta-se, em seguida, o problema da vida. E somos levados a um novo impulso de narcisismo. A vida, afirma-se geralmente, é um acidente com pouquíssimas possibilidades de se produzir. Uma, em vários bilhões, talvez; assim, nós, os homens, teríamos tirado sozinhos, o grande prêmio da loteria universal. Entretanto, mesmo na roleta, existem as repetições do número, ou séries. Falando mais seriamente, ou, pelo menos, alguns biólogos, estão cada vez mais convencidos de que o nascimento da vida é essencialmente uma questão de meio, aquilo que eles chamam "sopa primitiva". Tome-se um pouco de hidrogênio, de metano, de amoníaco, algumas gotas de vapor de água, e se tudo isso for bombardeado intensamente pelos raios solares, aparecerão moléculas orgânicas, tal como na Terra, em sua tenra idade.

É essa a famosa síntese do biólogo soviético Oparine, que o norte-americano Stanley Miller veio tentando recriar em laboratório durante vários anos.

Oparine, por sua vez, conseguiu bons resultados. De qualquer modo, recebeu dois anos depois, uma confirmação séria, sob a forma de condrites, espécies de meteoritos que chegam à Terra, portadores de moléculas orgânicas extra-galáticas. O que mostra que as condições de vida, quando menos, existem no espaço.

Por que havemos de recusar aos planetas o que nós recebemos, inclusive inteligência? Se a vida nasceu há milhões de anos, ou mesmo em alguns planetas, ela deve ter seguido sua lógica até o fim. E daí? É isso: há poucas possibilidades de que a Terra seja o único planeta habitado no Universo, sobretudo levando-se em conta o fato de que há dezenas de bilhões de galáxias, que contam, cada uma, dezenas de bilhões de estrelas, com os planetas correspondentes.

Mas é aí mesmo que começam os problemas. Porque nem todos nós somos gêmeos.

Essa civilizações esparsas, supondo-se que elas existam distantes umas das outras, vários anos luz (sabendo-se que a velocidade da luz é de mais ou menos 300 mil Km por segundo), certamente não evoluíram ao mesmo tempo. Nem do mesmo modo. Imaginemos que a nossa história conhecida, não tenha mais de quatro mil anos.

E imaginamos que quatro mil anos, na escala do universo, não passam de alguns minutos. Basta portanto, uma ínfima diferença cronológica, no ponto de partida, para que certas civilizações de nossa galáxia ainda não conheçam o "equivalente do Homem". Ou para que outras, ao contrário, tenham sobre nosso planeta tal avanço que, de ora em diante, nos seja impossível acompanhá-las. Eliane Frank e Denis Winter, alunos do Liceu Jean Philippe, de Versailes, fizeram um inquérito entre os habitantes de sua cidade, sobre seres extraterrenos, e obtiveram a seguinte resposta: que visão do mundo pode ter uma formiga? Ela evidentemente não nos vê do mesmo modo que nós próprios nos vemos. Podemos nós, por nossa vez, afirmar que não somos meras formigas em face de outra espécie?

Provavelmente há milhões de seres a menos de cinquenta anos luz, com os quais temos a possibilidade de um dias nos comunicar para trocarmos informações preciosas. Como? Nesse domínio, os astrônomos e biólogos mais ousados só admitem a possibilidade de intercâmbio pelo rádio. Nada, no estado atual dos nossos conhecimentos, nos permite crer que um dia seremos capazes de transpor a barreira do tempo. Mesmo que se trate apenas de quinze anos luz, distância à qual Von Hoerner acredita que possa se encontrar a civilização mais próxima de nós. Certo, a técnica de hibernação, imaginada por Arthur Clarke no livro 2001 - Odisséia no Espaço -, será realizada num futuro próximo. Mas o problema do regresso permaneceria insolúvel.

Resta-nos o rádio. Para que uma mensagem vá e volte ao ponto de partida serão necessários vinte ou mais, embora as ondas de rádio tenham a mesma velocidade da luz.

Mas, uma reportagem de jornal, da folha n.º 4, do Arquivo Ufológico da SIFETE -Pesquisa Científica, nos revela: "-MOSCOU- Os cientistas soviéticos registraram ontem, novos sinais de rádio vindos do espaço e admitem a possibilidade de terem sido enviados por alguma civilização remota.

A agência da extinta União Soviética TASS informou que "os sinais espaciais nunca tinham sido recebidos pelos cientistas soviéticos e é possível que tenham sido enviados por alguma civilização extraterrena, tecnicamente desenvolvida".

A agência informava também que os sinais foram captados em Gorki, e posteriormente, em outras cidades. Segundo o professor Samuel Kaplan, da Universidade de Gorki, seria muito cedo ainda, para saber se os sinais eram, realmente, de origem natural ou artificial.

Observou que eles poderiam vir dos setores superiores da atmosfera e que é evidente que não foram emitidos por satélites artificiais da Terra.

" Os sinais duram vários minutos e se repetem várias vezes por dia", disse Kaplan. Mais de trinta cientistas soviéticos tentaram localizar os sinais de rádio enviados por civilizações extraterrenas.

A mesma reportagem encontrada em outro jornal, da folha 40 do Arquivo Ufológico da SIFETE - Pesquisa Científica: Os cientistas soviéticos captaram do espaço sinais radiofônicos que eles consideraram "estranhos". Segundo anunciou a agência TASS, "sinais como estes nunca foram recebidos antes" e "não se exclui a possibilidade de que eles procedam de uma civilização extraterrena com grandes conhecimentos técnicos".

"O primeiro a captar esses sinais - pulsações que se repetiam diariamente, por determinados períodos de tempo - foi o Prof. Samuel Kaplan, da Universidade de Gorki; mais tarde, as emissões foram captadas em outras cidades soviéticas".

As informações confirmaram as afirmativas do astrônomo russo Nicolai Kardachev, segundo as quais é possível que uma civilização de seres altamente dotados esteja tentando se comunicar com a Terra.

Foi em 12 de abril de 1965 que Nicolai Kardachev informou que há algum tempo vinham observando sinais procedentes de um lugar no espaço muito próximo do ponto chamado CTA 102, onde cientistas norte-americanos localizaram emissões de sinais periódicos em 1960.

Para os que creem na existência de uma relação entre as emissoras de sinais e o aparecimento de discos voadores, o que foi captado pelos cientistas soviéticos, procederia desses objetos, "naves de outras civilizações".

Mas também acerca disto não há nada que confirme estas especulações. De qualquer maneira, os astrônomos russos parecem estar convencidos de que os sinais recebidos por eles nada têm a ver com "emissões de fontes de rádio naturais", como aqueles que procedem de distúrbios atmosféricos, de atividades estelares ou mesmo da coroa do Sol.

Mas se quisermos utilizar o rádio para transmitir mensagens teríamos um problema. Em que língua deve ser redigida esta mensagem se já é tão difícil nos fazer compreender de um ponto a outro do nosso planeta?

A 27 de fevereiro de 1972, os norte-americanos lançaram uma cápsula espacial, a PIONNER 10, desenvolvendo uma velocidade aproximada de 14 Km/seg. (a maior obtida até então). Viajou da Terra a Júpiter e ali chegou em dezembro de 1973, após um cruzeiro de um ano e nove meses.

Mas o percurso até Júpiter, uma curva aberta que é 960 milhões de Km, é 44.437 vezes menor que o necessário para se chegar à estrela que é nossa vizinha, onde a PIONNER 10, chegaria depois de uma viagem de 77.608 anos, com tolerância para pouco mais ou pouco menor, conforme a curvatura da trajetória e a velocidade e direção do movimento da estrela de destino.

Como não se sabe o que poderá ser encontrado nessa trajetória, três cientistas de renome, Frank Drake, Carl e Linda Sagan, fabricaram uma mensagem destinada a fazer compreender aos "eventuais destinatários" onde estamos e quem somos. Eles gravaram numa placa de alumínio, anodizado a ouro, um casal nu, tendo o homem a mão direita espalmada, a fim de indicar a cifra 5. Ao lado, figuras geométricas, traços e pontos na linguagem binária (computação) - conforme figura. Os três astrônomos declararam: "ainda que esta mensagem seja muito "humana", esperamos que uma civilização tecnicamente avançada seja capaz de decifrá-la"

** Símbolos inscritos na plaqueta de alumínio anodizado a ouro, que a PIONNER 10 está levando para fora do nosso sistema solar, fixada no suporte da antena. Os desenhos, orientados quanto à parte matemática por Drake e Sagan e elaborados pela esposa deste, Linda, visam a provocar a seguinte interpretação por inteligências com desenvolvimento científico que existam no espaço cósmico:

  1. Contorno do PIONNER.
  2. Uma figura humana para cada sexo (em dimensão proporcional à do PIONNER). 
  3. Átomo de hidrogênio em mudança de estado energético (a emissão de onda de 21 cm é pista dimensional).
  4. 14 linhas representando outros tantos pulsares específicos, reconhecíveis pelas respectivas frequências, proporcionalmente indicadas.
  5. Representação da distância entre o Sol e o centro de nossa galáxia.
  6. Representação do nosso sistema solar, e da rota inicial do PIONNER 10.

Na verdade, se dermos crédito ao cientista soviético Kardachev, a história de todas as civilizações tecnicamente avançadas, poderia ser resumida assim: no 1.º tempo, ela esgota toda a sua energia disponível (é o que está prestes a acontecer conosco), e, no segundo tempo, ela aprende a dominar a energia do Sistema Solar e por fim, de toda uma galáxia. Uma variedade interessante foi introduzida pelo americano Freeman Dyson: no 2.º tempo, seria possível construir, a partir de um planeta (como Júpiter), uma espécie de concha esférica em torno do Sol, de modo que a energia não se dispersasse, passando a se concentrar na Terra. Pode dar-se, diz Dyson, em certas estrelas cujo brilho é muito intenso, que possam ser a sede de civilizações que alcançaram tal nível.

Aos sábios, como se vê, não falta imaginação. Salvo quando se trata do regresso à Terra. É fácil, para eles, o que poderiam fazer os "outros" e mesmo o que poderíamos fazer no planeta dos "outros". Mas aqui mesmo, entre nós, podemos estar certos de que não aconteceria nada?

"NÃO SABEMOS PARA ONDE VAMOS, MAS ESTAMOS A CAMINHO"

A ERA DOS OVNIs

26/07/2014 14:17

Em 24 de junho de 1947, começou a circular a versão sobre discos voadores e, em pouco tempo, a observação do fenômeno causava desencontradas opiniões. Neste dia, Kenneth Arnold, homem de negócios da cidade de Boire no estado de Idaho (USA), pilotava o seu próprio avião sobre o monte Rainier, na mata de Chesalis a Yakima, no estado de Washington. Conduzia tranqüilamente o aparelho. À sua frente, abria-se um céu límpido e transparente, de uma visibilidade perfeita. Em plena calma só se escutava a essa altura o roncar dos motores da aeronave. De repente teve uma visão fantástica. Um pouco mais baixo, se distinguiam claramente nove objetos que pareciam pratos, voando em linha diagonal de cadeia. Não faziam ruído algum, nem pareciam vencer qualquer resistência em seu avanço; davam, isto sim, a impressão de acharem-se suspensos no ar, motivados por uma força superior à conhecida, já que nesta ocasião, ainda não se havia conseguido superar a velocidade do som. Os estranhos aparelhos desviavam-se e desapareciam continuamente entre os altos picos das montanhas. Cinco vezes se repetiu o encontro. Finalmente os pratos se afastaram da rota seguida pelo avião de Arnold, a uma velocidade de 2.500 Km/h, sem deixar rastros visíveis.

Ao aterrizar, Kenneth Arnold reuniu-se com os jornalistas e relatou o que observou. Esse fato gerou notícias sensacionalistas e teve como conseqüência uma grande repercussão, pois muitas pessoas que já haviam observado fenômenos semelhantes, começaram a se manifestar. Após estes fatos, a opinião pública forçou os líderes à investigação. Como resultado, surgiu o projeto Twinkle, que trouxe à tona fatos ocorridos com pilotos durante a Segunda Guerra Mundial. Até hoje não se sabe o porquê desse projeto ter sido condenado à extinção e posteriormente substituído por outro, de caráter secreto, denominado Projeto Livro Azul (Blue Book).

"CHUVA DE PRATA" - OBJETOS NO CÉU

24/09/2014 16:49

Em 21 de dezembro de 1954, o jornal Correio Popular de Campinas, destacava em uma de suas páginas a matéria intitulada "Chuva de Prata".

Pessoas diziam ter visto estranhos objetos no céu.

Uma senhora, que não quis se identificar, disse que dois dias antes, caiu no quintal de sua casa o que ela chamou de “Chuva de Prata”.

Eram pingos de metal incandescente que quando tocavam o solo soltavam fumaça ao se resfriarem. Surpresa com o ocorrido, olhou para o céu na expectativa de ver de onde vinha aquela “Chuva de Prata”.

—Vi quando bem alto, passaram três objetos estranhos, disse ela. Eram redondos e de cor cinza meio fosco. Possuíam dois corpos que viravam sem parar. Eram parecidos com os discos voadores que a gente vê nos livros. Fiquei apavorada, continuou a senhora. Quase não me mexia de medo. Quando resolvi olhar o líquido que havia caído, ele já havia endurecido e pareciam pedaços de prata. Tentei pegar um deles, mas estava muito quente. Daí fui chamar o meu vizinho. (Benedito Nascimento - Rua Major Solon, 28 - Campinas - SP). Ele pegou os pedaços, que já haviam esfriado e levou embora, concluiu a senhora.

O senhor Benedito, em uma óbvia dedução, disse que os fragmentos de metal só poderiam ter vindo do céu.

O interessante disso, é que Benedito Nascimento, escrevia, a título de colaboração, artigos para publicação na imprensa e já havia deixado clara a sua descrença em Objetos Voadores Não Identificados. Contudo, parece que o destino estava pregando-lhe uma peça, que faria com que revisse suas crenças.

—Um dia, eu mesmo vi um desses aparelhos, disse Benedito. Ele passou rápido próximo à minha casa e por sobre o Colégio Ateneu Paulista. Parecia ser muito grande. Era redondo com duas partes e sua cor era como metal sem brilho. A parte de baixo rodava bem rápido como aquelas coroinhas de festa junina. A partir daí, completou, mudei minha opinião quanto à existência de discos voadores.

Em posse de um pedaço do metal cedido pelo senhor Benedito, uma equipe do Jornal Correio Popular saiu na busca de um laboratório que pudesse analisar o material, na tentativa de esclarecer o fenômeno.

Na ocasião, contataram os laboratórios das Indústrias Young (Rua Francisco Teodoro - Vila Industrial - Campinas - SP).

Aparentemente era estanho misturado a outras substâncias. Contudo eram necessárias análises mais detalhadas para conclusões mais precisas.

Desta forma, enquanto o químico do laboratório buscava respostas mais concludentes, a equipe do jornal tentou novas informações junto à senhora que vislumbrara o fenômeno. Para ela, não havia qualquer dúvida em relação ao que tinha visto e garantia não se tratar de nenhum avião conhecido. Sem conseguir maiores explicações, a equipe guardou os fragmentos do metal na sede do jornal colocando o material à disposição das autoridades do Departamento de Defesa Nacional da Aeronáutica, para que pudessem esclarecer o mistério dos Discos Voadores, responsáveis pela “Chuva de Prata”.

Os resultados do referido material voltava à tona, através do Jornal Correio Popular de Campinas, em 23 de dezembro do mesmo ano. Era estanho de pureza absoluta, pureza essa ainda desconhecida na Terra, no que dizia respeito aos métodos conhecidos. O mais interessante é que na sua composição não foram encontrados indício de outros elementos, comumente encontrados no estanho. Não foram constatadas quaisquer impurezas, a não ser elevado índice de oxidação.

Disse o engenheiro químico responsável pela análise, Dr. Maffei, que se tratava de um estanho, com teor de 88,91%, portanto, de um estanho dos mais puros e superior ao estanho conhecido até então. Ainda mais: o estanho comum contém certa porcentagem de ferro, chumbo, antimônio e outros corpos conhecidos. O material que teria caído do céu, não apresentava a menor impureza, nada contendo além de elevada oxidação. O Dr. Maffei estranhou essa extraordinária pureza do material analisado, pois o nosso mais puro estanho, não tinha a menor semelhança com aquele. No certificado de análise, dizia o Dr. Maffei, textualmente: "Nota importante - O material em análise apresentou características de oxidação elevada, com teor de estanho combinado ao oxigênio sob forma de óxido de carbono. Não foi determinada nenhuma outra impureza no material em questão."

Assim, ao que tudo indicava, o material era ainda desconhecido. O mais puro estanho conhecido apresentava um índice de 79% de mistura de enxofre, arsênico, antimônio, chumbo, ferro e outros corpos. O material em questão, continha 88,91%, de estanho e o restante de oxigênio. Na análise, a presença de nenhum outro corpo foi assinalada. O Dr. Maffei esclareceu, que o referido material, em nada se assemelhava à solda, que por ventura tivesse caído de algum avião em curso, pois se assim fosse deveria conter na mistura, certa porcentagem de antimônio e de chumbo. Com esses esclarecimentos, a opinião pública aumentou ainda mais sua curiosidade em torno do estranho caso. Parecia mesmo ser uma composição nova, ainda não conhecida. Perguntado sobre a possibilidade de se tratar de fragmentos de algum meteoro, o Dr. Maffei descartou tal possibilidade por existir grande diferença. Muito interessado no caso, o químico do Laboratório Young também se mostrou intrigado com tal mistério. Afinal, o material, produto de uma “Chuva de Prata” tão misteriosa, teria caído, segundo o relato, justamente durante a passagem de “Discos Voadores”, esse grande enigma do espaço.

DISCO VOADOR DESPEJA MATERIAL INCANDESCENTE EM CAMPINAS

 

02/12/2014 13:20

O material caído de um suposto Disco Voador, na cidade de Campinas, em 1954, foi reanalisado pela SIFETE - Pesquisa Científica (Instituto de Pesquisa que fundei em 1975)em 03 de agosto de 1976.

Um pedaço do referido material, fragmentado em três partes, chegou às nossas mãos através de um já extinto grupo de pesquisas de Campinas, o CIAPE (Centro de Investigações Astronômicas e Pesquisas Espaciais).

As análises foram efetuadas no laboratório do Colégio Técnico Industrial Conselheiro Antônio Prado, por Luiz Regis, tendo como responsável Rogério Pereira da Silva, na ocasião Coordenador do Departamento de Mineralogia do nosso Instituto, SIFETE - Pesquisa Científica.

 

Amostra 01 - Laboratório analítico.

Procedência: Campinas

Data: 20/06/76

Amostra de: Metal

Característica: Branca, metálica, facilmente riscável.

Análise: Método clássico.

Resultado - A amostra contém:

Estanho (Sn) - 94%

Ferro (Fe) - 2%

Impurezas - 4%

Obs.: Impurezas diversas.

O estanho não é um metal porosível diante do ar. No entanto é atacado por ar seco. Na natureza é encontrado praticamente sob a forma de cassiterita (SnO2).

O estanho, como o zinco, é utilizado na proteção do ferro ou aço comum. Como exemplo de ferro estanhado tem as folhas de Flandres, as quais são empregadas na confecção de recipientes metálicos.

O estanho pode ser obtido até 99,9% de pureza, portanto essa porcentagem de pureza é normal. (O que contradiz o índice apresentado pelo Dr. Maffei que informou ser de 88,91% - obs. do autor).

 

Amostra 02 - Mineral

Características: Cor marrom brilhante, sólida.

Resultados - A amostra contém:

Ferro (Fe) - 42%

Magnésio (Mg) - 1,3%

Alumínio (Al) - 0,75%

Cobre (Cu) - 4,12%

Não identificados - 52,83%

Observações:

O ferro se encontra livre.

O magnésio sob a forma de óxido.

O alumínio sob a forma de bauxita (Al2O3.2H2O)

O cobre se encontra livre.

Os não identificados, pelo menos 20%, são compostos orgânicos.

Nota: O ferro só é encontrado livre nos meteoritos.

 

Amostra 03 - Mineral

Características: Cor marrom opaca, sólida.

Resultados - A amostra contém:

Ferro (Fe) - 33%

Alumínio (Al) - 14%

Carbono (C) - 11,43%

Não identificados - 41,57%

Observações:

O ferro sob a forma de siderita (FeCO3).

O Carbono livre sob a forma de grate. 

 

Os resultados obtidos seriam ainda analisados para constatações futuras.

DISCO VOADOR EM PAULÍNIA-SP

O depoimento abaixo foi colhido por mim e faz parte do relatório N.º 0001 da SIFETE - Pesquisa Científica.

N.º 0001

Depoimento do Sr. Álvaro Fávero.

Idade: 40 anos, residente à Rua Senhora da Conceição, 146 - Paulínia - SP.

Profissão: Motorista.

"Eram cerca de 23 horas do dia 6 de abril de 1976. Estava fazendo minha última viagem Campinas - Paulínia. Notei que vários caminhões à minha frente estavam diminuindo a marcha. Quando consegui ultrapassar os caminhões, na segunda tentativa, meu filho a meu lado se espantou com o que via e imediatamente eu diminui a marcha, porém não cheguei a parar.

Eu estava a uns quatro quilômetros de Paulínia. Era um objeto bastante grande da forma dos que chamamos Discos Voadores. Como uma semi-esfera sobre um prato. Era de cor vermelho-alaranjado. Não deu para ter ideia do tamanho exato, mas talvez estivesse a uns 500 ou 600 metros de distância e a uns 20 metros do chão. “Então ele descreveu uma trajetória irregular ou talvez na forma de um triângulo e desapareceu como se nunca estivesse estado ali”.

Sumaré, 8 de abril de 1976.

O referido depoimento foi assinado pelo Sr. Álvaro Fávero dando ciência do fato.

Por: Omar Carline Bueno

Quer saber mais?

www.clubedeautores.com.br/book/124185--ARQUIVO_UFO